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Muito se fala sobre empoderamento, tantas vezes usado no meio organizacional como empowerment e muito há na literatura técnica sobre essa estratégia e seu uso atinge dimensões diversas, variando do individual ao coletivo, do social à saúde, à escola, ao gênero, etc.

Enquanto ser humano, olhando a si mesmo, sua vida, suas escolhas, qual a importância de se empoderar psicologicamente?

Penso que o empowerment psicológico, pode ser compreendido como um sentimento de maior controle sobre a própria vida, como o fortalecimento da autoestima e da sua capacidade de adaptação ao seu meio social, experimentado pelo sentimento de pertencimento a grupos determinados, sem que haja necessariamente participação em ações comunitárias, coletivas sociais e profissionais. Tal sentimento resvala para o sentimento de Poder.

O Poder nessa perspectiva necessariamente está relacionado a conhecimento sobre si mesmo e disponibilidade para assumir responsabilidades.

Conhecer a si mesmo, seus anseios, medos, pontos forte e fragilidades seguramente é o caminho para melhor definir seu projeto de vida, o papel que deseja ter no relacionamento com o parceiro, na família, no núcleo social e profissional, o que deseja receber e o que está disposto a doar.

Nem é preciso dizer que uma pessoa empoderada no sentido aqui tratado desenvolve alta autoestima e como tal auto motiva-se, pois sabe aonde quer chegar, canaliza sua energia vital na direção de seu desejo.

A psicoterapia é um dos recursos existentes para nos descobrirmos, saber onde está a nossa força.

Assim, investir em si mesmo enquanto pessoa é poder ser feliz no tempo presente!

No mundo do trabalho o empowerment é uma ação da gestão estratégica que busca melhor aproveitamento do capital humano nas organizações por meio da descentralização e delegação de poder. É preciso entender este poder como o resultado do compartilhamento de informações fundamentais sobre o negócio e seus projetos, objetivos e missão da organização e claro, da delegação de autonomia para a tomada de decisões, da participação ativa da equipe na gestão do negócio, e na  responsabilidade e liderança compartilhada.

Os pontos positivos dessa ação são a motivação, satisfação e agilidade, maior competitividade, logo maior  lucratividade dos negócios.

Capacitar o capital humano, torná-lo corresponsável no alcance das metas estabelecidas dá visibilidade  a sua real importância na empresa. Quem não vai querer  ocupar esse lugar?

 

Regina Vieira

Psicóloga

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