Autoestima e Cidadania: harmonia em pequenos e grandes espaços de convivência

Muito se fala em autoestima quando a conversa é sobre sentimentos, realização pessoal e profissional, porém fica ao lado a questão de que a autoestima caminha conosco em tempo integral, influenciando nosso jeito de falar, andar e se comportar socialmente.

Muitas vezes não nos damos conta de que nosso comportamento é visto, sentido e forma uma imagem  também para os nossos vizinhos.

Quem vai querer papo com alguém que cospe na grama, joga bituca de cigarro, chama o filho pela varanda, deixa latinha de cerveja e salgadinhos nos decks, conta piada de gosto duvidoso sobre o parceiro(a), acha uma graça o filho atirar a camisinha pela janela, arrancar avisos, constranger mais velhos e de quebra anunciar  as 3 da madrugada que está chegando?

Já quando somos percebidos como capazes de pensar no coletivo, no bem comum, formamos uma imagem de respeito, alguém a ser seguido. Criamos a identidade de alguém capaz de construir no entorno um edifício de qualidade, bem viver, seguro e repleto de oportunidades em todos os aspectos.

Vale a pena descobrir esses caminhos

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