Desenvolvimento da resiliência para qualidade de vida e a mediação como instrumento de solução de conflitos

A resiliência pode ser compreendida como a capacidade da pessoa em lidar com problemas, controlar emoções e superar obstáculos. Assim, desenvolver essa capacidade nos permite ações eficazes para o alcance da qualidade vida

Desenvolver a capacidade de resiliência pode tornar-se um poderoso aliado na obtenção da qualidade de vida, o que nos aproxima da compreensão e aplicação dos mecanismos da mediação dos conflitos, sejam esses de ordem pessoal, profissional ou social,  como aqueles gerados em condomínio. É o que levamos nesta Palestra, de forma leve e participativa!

Em busca da felicidade: reconhecendo relações destrutivas, abusivas e caminhos para superação

A violência de gênero está relacionada ao poder, privilégios e controle   masculinos, encontrando  justificativas em culturas seculares, na religião e regras sociais que reforçam uma valorização diferenciada para os papeis masculinos e femininos.

A violência de gênero ocorre em todas as classes sociais, independe do grau de instrução, da etnia, da cor e da religião.

Por violência de gênero feminino entende-se qualquer conduta – ação ou omissão – de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.

Por outro lado o agressor do gênero masculino apresenta dificuldade de compreender por que está sendo agora mal visto ou punido por exercer o seu papel.  Por isso precisa de ajuda para entender as relações humanas baseadas na lógica da igualdade, das capacidades e do respeito devido ao outro.

Essa palestra vem para dar voz àqueles que conhecem ou se identificam com o tema e necessitam reconhecer o que são essas relações, seus sinais, como podem ajudar,  as limitações existentes, os caminhos de superação, e o não julgamento.

Integrando você a sua própria agenda: foco na saúde e qualidade de vida com as opções existentes em seu condomínio

É impossível controlar o tempo, o que podemos controlar são os compromissos que ocupam a passagem do nosso tempo. Trabalho, reuniões, escola de filhos, um cineminha, consulta médica, uma festa são alguns dos compromissos que lotam nossos dias e faz a sua agenda.

Ao final  do dia restou um dia repleto de ações e a sensação que nada foi feito por você e para você mesmo. Uma sensação de que a vida está passando e pouco se aproveitando dela. Sequer teve tempo de ver os novos aparelhos da academia, a pintura nova da sala de jogos e se a piscina aquecida voltou a funcionar, só teve  tempo mesmo de pagar a conta do condomínio.

Administrar seus compromissos incluindo sua saúde e lazer nela é possível. Aproveite do seu  melhor, você merece. Isso é o que trazemos nessa palestra com ferramentas para colocar em prática de imediato.

Integrando Gerações: caminho para o aprendizado e para saúde emocional

Atualmente a  imagem do idoso na sociedade é bem diferente, se antes  era visto com respeito e sua palavra era fundamental no aconselhamento e nas decisões importantes na família, hoje é tido como um incômodo, um  improdutivo, de ideias ultrapassadas.

Essa imagem é percebida pelo idoso, rebaixando sua autoestima e ampliando seu sentimento de desvalia e solidão.

Em condomínios há espaços importantes para a presença do idoso e para a transmissão do saber. Usá-los e possibilitar a integração do idoso com crianças em alguns eventos simples e estratégicos é permitir que o sagrado sentimento de mais valia e de pertencimento se renove trazendo melhor equilíbrio emocional,

Essa palestra emociona e traz diversas possibilidades de sabedoria e saúde Inter -geracional!

Condômina e o Órfão Síndico: faces da mesma moeda ou do mesmo lado da moeda?

É comum encontrar grupos de moradores defendendo ou protestando contra o síndico. O s O Conselho parece não existir. As famílias, por outro lado parecem se transformar em vítimas de diversos fatores.

Conhecer as funções do síndico, do Conselho, preparam os moradores para um melhor entendimento de como estabelecer diálogos no campo das discussões das matérias propostas para votação, defesa ideias e sugestões de forma objetiva e com foco em resultado

É possível criar mecanismos para efetivar parcerias condominiais, estratégias de aproximação e responsabilização que se estende desde a eleição do síndico,  gestão e renovação.

Focar em procedimentos dialogais e mostrar ferramentas para alcançá-los é a MARCA desta palestra.

Festa de Arromba no Condomínio: prazer, birita, boa companhia, e… do jeito certo

Todos gostam de  encontros regados à diversão e ninguém espera ver sua festa acabar em brigas, quebradeira, reclamação de vizinhos e multas.

Para o sucesso de sua festa é importante planejamento desde os convidados até o que será servido. Usualmente a regra é: melhor sobrar do que faltar! E eu digo, DEPENDE.

Você está em festa, e é maravilhoso, mas isso não muda as responsabilidades condominiais.

Não queira ser parabenizado pelo fim de sua festa, mas por saber fazer uma! É isso que trazemos com essa palestra!

Adolescentes e as relações afetivas no condomínio: o importante acompanhamento dos pais.

É natural na efervescência da adolescência a busca pelos relacionamentos afetivos, os quais parecem iniciar cada vez mais cedo. Nessa fase do desenvolvimento humano há muita confusão em relação aos sentimentos, ao corpo, a imagem sobre si mesmo e que aquela que deseja apresentar ao mundo

Os condomínios reúnem via de regra, condições propícias para o namoro, o “ficar”, pois tem recantos confortáveis e seguros do ponto de vista de assaltos.

Tratar dessa fase  borbulhante, focar na saúde e ainda manter os adolescentes nas regras sociais do senso comum somadas as  do condomínio, é o desafio dos pais, e da sindicância,  que abordamos nessa palestra divertida e de muito conteúdo

Pais, com muito orgulho: amor responsável, respeito, autoridade e limites em dose certa

O amor dos pais pelos filhos é um dos poucos sentimentos ditos incondicionais e em nome desse amor muito de bom e não tão é feito ou deixado de fazer.

Em face de tantas mudanças e teorias, os pais se perdem no processo educacional,  saindo de um autoritarismo para uma liberdade sem freios.

Por vezes o resultado são filhos ávidos por satisfação imediata de seus desejos, muitas vezes egoístas e egocêntricos, chegando a desestabilizar o relacionamento dos pais, e, são presas fáceis do álcool, outras drogas, e de doenças sexualmente transmissíveis.

Nessa palestra mostramos de modo vibrante mostramos que para educar existe a junção do amar , do acompanhamento, da responsabilidade e da autoridade.

 

Afetividade, autoestima, imagem e consequências sociais

Sabemos que a autoestima caminha conosco em tempo integral, influenciando nosso jeito de falar, andar e se comportar socialmente. Muitas vezes não nos damos conta de que nosso comportamento é visto, sentido e forma uma imagem  para as pessoas que são do nosso meio e também por ele apenas transitam.

O modelo social está enraizado em nosso comportamento. Quantas vezes desejamos expressar nossos afetos, mas deixamos de fazê-lo  por vergonha, culpa, medo da exposição ou rejeição, etc.?

Entender os mecanismos sociais, culturais que atuam para limitar a vida e transformá-la num viver mais harmonioso, devolve a dignidade e o prazer do convívio!

Harmonize seu condomínio.

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