Orientadores Socioeducativos nos serviços da Proteção Social Especial de Alta e Média Complexidade

Função que possui atribuições diversas, porém sem a exigência de conhecimentos específico para desenvolvê-las. Sem dúvida tal situação  torna muito maior o desafio da eficácia dos resultados junto ao público alvo.

Esse profissional é exigido em um amplo leque de atividades, o que por vezes chega a eliciar sentimentos de solidão e a promover decisões mecânicas.

Desenvolver um planejamento para dar forma ao  trabalho do orientador socioeducativo alinhado com a concepção das políticas públicas e ao planejamento técnico adotado por sua unidade de serviço é sem dúvida o caminho exitoso para obtenção de resultados desejados.

Estamos prontos para contribuir com esse crescimento profissional e sedimentar caminhos para alcance do objetivo do serviço.

Psicólogos, Assistentes Sociais e Pedagogos nos serviços da Proteção Social Especial

A desigualdade social dá o tom do elevado número de pessoas que se encontram em risco pessoal e social, das quais muitas romperam seus elos com os costumes sociais praticados pela sociedade e tantas outras estão à mercê de seus comprometimentos mentais.

Num cenário marcado pela exclusão e violência de todas as ordens, o atendimento a essa população é o desafio diário daqueles que se dedicam a transformar tal realidade.

Entendemos que mais do que o conhecimento técnico é fundamental aos profissionais a implementação de ferramentas  para alcançar a quantidade de pessoas que se encontram sob sua atenção em  Centros de Acolhida, assim como, desenvolver padrões mentais e comportamentais que lhes resguardem a psique, desenvolvam a resiliência e a proteção de seu objeto de trabalho.

Nessa perspectiva é construímos possibilidades e alternativas para resultados exitosos.

Psicólogos, Assistentes Sociais e Pedagogos nos serviços da Proteção Social Especial

Num cenário marcado pela exclusão e violência de todas as ordens, o atendimento a essa população é o desafio diário daqueles que se dedicam a transformar tal realidade.

Entendemos que mais do que o conhecimento técnico é fundamental aos profissionais a implementação de ferramentas  para alcançar a quantidade de pessoas que se encontram sob sua atenção em  Centros de Acolhida, assim como, desenvolver padrões mentais e comportamentais que lhes resguardem a psique, desenvolvam a resiliência e a proteção de seu objeto de trabalho.

Nessa perspectiva é que construímos possibilidades e alternativas para resultados exitosos.

 

Atendendo o adolescente em Medida Socioeducativa em Meio Aberto na realidade brasileira

Quais são os sentimentos que emergem da atuação profissional de quem se depara com o adolescente e seus familiares em nosso contexto atual? Realização? Impotência? Vitória? Frustração?

A importância dos parâmetros socioeducativos apregoados pelo SINASE. Concepção, conceitos, metodologia, instrumentos metodológicos, sentimentos, estigmas  e preconceitos.

O trabalho do profissional atuante neste segmento está cercado de desafios que ultrapassam as atribuições protocolares descritas nas bases legais. Para se manter motivado, os profissionais demandam cursos de capacitação e de uma supervisão para lidar com as angústias, limites das políticas públicas existentes, da rede de atenção, Inerentes a um trabalho com dimensões de elevada complexidade.

O INADEH propõe a partir da compreensão da sua realidade, estratégias e práticas para atuação positiva e construtiva com contribuições importantes na produção de conhecimentos ligados para a efetivação de um trabalho digno junto ao adolescente e jovem em cumprimento de medidas socioeducativa em meio aberto.

Crianças e Adolescentes institucionalizadas

Sua realidade e sentimentos, limites e fragilidades psiquiátricas e a premente necessidade de prepará-las para uma vida sob seus próprios cuidados.  

Qual é a melhor forma de conduzir esse momento? Quando se inicia o processo de saída do Serviço de Acolhimento Institucional para Criança e Adolescentes – S.A.I.C.A.? O que precisamos preparar na condução do processo de desacolhimento? Nos casos em que saem sem nenhuma referência familiar e estarão sob seus próprios cuidados, quais  instrumentos precisam ter para a nova etapa de vida?

O ser humano via de regra tem medo do novo, da mudança. Quais sentimentos os adolescentes que deixarão o SAICA apresentam? Como lidar com eles, e como formar uma rede para esses jovens? O que precisamos fazer?

Estas são algumas questões que atravessam o dia-a dia do profissional que atua em SAICA ou faz interface com ele.

O INADEH é um dos institutos mais conceituados e experientes a atuar neste segmento, para fomentar alternativas, alinhar concepções e redesenhar protocolos de atenção à sua realidade, que não deve ser generalizada.

Políticas Públicas da Assistência Social

Entendendo sua natureza, seus limites, os desafios contemporâneos e a interface com o 3º setor.

Para tratarmos de políticas públicas da assistência social é fundamental explicitar a concepção da qual se parte, podendo fazer uma leitura realista e objetiva dos seus elos com a política econômica.

A partir dessa compreensão é possível ao 3º Setor planejar-se para redesenhar seu papel, fomentar ideias e definir novas ações junto à sociedade.

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