Autoestima e Cidadania: harmonia em pequenos e grandes espaços de convivência

Muito se fala em autoestima quando a conversa é sobre sentimentos, realização pessoal e profissional, porém fica ao lado a questão de que a autoestima caminha conosco em tempo integral, influenciando nosso jeito de falar, andar e se comportar socialmente.

Muitas vezes não nos damos conta de que nosso comportamento é visto, sentido e forma uma imagem  também para os nossos vizinhos.

Quem vai querer papo com alguém que cospe na grama, joga bituca de cigarro, chama o filho pela varanda, deixa latinha de cerveja e salgadinhos nos decks, conta piada de gosto duvidoso sobre o parceiro(a), acha uma graça o filho atirar a camisinha pela janela, arrancar avisos, constranger mais velhos e de quebra anunciar  as 3 da madrugada que está chegando?

Já quando somos percebidos como capazes de pensar no coletivo, no bem comum, formamos uma imagem de respeito, alguém a ser seguido. Criamos a identidade de alguém capaz de construir no entorno um edifício de qualidade, bem viver, seguro e repleto de oportunidades em todos os aspectos.

Vale a pena descobrir esses caminhos

Autoestima e Sexualidade: mãos que não se soltam

O que penso sobre mim mesmo afeta diretamente a forma com que me relaciono com o sexo e o parceiro. O que você pensa sobre si mesmo te alegra, te empodera ou te entristece?

Silicone para o quê e para quem?  Ereções duradouras e repetidas, para o quê e para quem?

Saiba que carregamos concepções e julgamentos seculares. Vamos conhecer  quais processos de desenvolvimento humano, social e psicológico integram a nossa vida, como somos afetados por eles, e como buscar formas de mudança em busca de prazer de VIVER.

Autoconhecimento: um passeio carinhoso sobre si e os outros

Você se ama? Sabota-se? Sonha ou sua angústia te leva apenas ao desespero? Para quê tanta culpa? Você crê em si mesmo?
O que é e para que serve o autoconhecimento?

O ser humano busca a satisfação de seus desejos e sua busca está atrelada a companheiros de viagem, a quem chamo de sentimentos e crenças sobre si mesmo. Conhecê-los permite definir o meio pelo qual se viaja, quais acessórios mantém ou descartar da sua mala e qual a melhor forma para você se relacionar consigo mesmo e com o mundo. Como será a minha visão do outro, será que depende de como me enxergo? Será que esse vitorioso, outro, detém muito e eu pouco? Ao se conhecer, se compreender é possível entender porque tendemos a repetir os mesmos caminhos mesmo desejando alcançar resultados diferentes.

Descubra a 8ª maravilha do mundo: VOCÊ. Permita-se, você merece!

Orientadores Socioeducativos nos serviços da Proteção Social Especial de Alta e Média Complexidade

Função que possui atribuições diversas, porém sem a exigência de conhecimentos específico para desenvolvê-las. Sem dúvida tal situação  torna muito maior o desafio da eficácia dos resultados junto ao público alvo.

Esse profissional é exigido em um amplo leque de atividades, o que por vezes chega a eliciar sentimentos de solidão e a promover decisões mecânicas.

Desenvolver um planejamento para dar forma ao  trabalho do orientador socioeducativo alinhado com a concepção das políticas públicas e ao planejamento técnico adotado por sua unidade de serviço é sem dúvida o caminho exitoso para obtenção de resultados desejados.

Estamos prontos para contribuir com esse crescimento profissional e sedimentar caminhos para alcance do objetivo do serviço.

Psicólogos, Assistentes Sociais e Pedagogos nos serviços da Proteção Social Especial

A desigualdade social dá o tom do elevado número de pessoas que se encontram em risco pessoal e social, das quais muitas romperam seus elos com os costumes sociais praticados pela sociedade e tantas outras estão à mercê de seus comprometimentos mentais.

Num cenário marcado pela exclusão e violência de todas as ordens, o atendimento a essa população é o desafio diário daqueles que se dedicam a transformar tal realidade.

Entendemos que mais do que o conhecimento técnico é fundamental aos profissionais a implementação de ferramentas  para alcançar a quantidade de pessoas que se encontram sob sua atenção em  Centros de Acolhida, assim como, desenvolver padrões mentais e comportamentais que lhes resguardem a psique, desenvolvam a resiliência e a proteção de seu objeto de trabalho.

Nessa perspectiva é construímos possibilidades e alternativas para resultados exitosos.

Psicólogos, Assistentes Sociais e Pedagogos nos serviços da Proteção Social Especial

Num cenário marcado pela exclusão e violência de todas as ordens, o atendimento a essa população é o desafio diário daqueles que se dedicam a transformar tal realidade.

Entendemos que mais do que o conhecimento técnico é fundamental aos profissionais a implementação de ferramentas  para alcançar a quantidade de pessoas que se encontram sob sua atenção em  Centros de Acolhida, assim como, desenvolver padrões mentais e comportamentais que lhes resguardem a psique, desenvolvam a resiliência e a proteção de seu objeto de trabalho.

Nessa perspectiva é que construímos possibilidades e alternativas para resultados exitosos.

 

Atendendo o adolescente em Medida Socioeducativa em Meio Aberto na realidade brasileira

Quais são os sentimentos que emergem da atuação profissional de quem se depara com o adolescente e seus familiares em nosso contexto atual? Realização? Impotência? Vitória? Frustração?

A importância dos parâmetros socioeducativos apregoados pelo SINASE. Concepção, conceitos, metodologia, instrumentos metodológicos, sentimentos, estigmas  e preconceitos.

O trabalho do profissional atuante neste segmento está cercado de desafios que ultrapassam as atribuições protocolares descritas nas bases legais. Para se manter motivado, os profissionais demandam cursos de capacitação e de uma supervisão para lidar com as angústias, limites das políticas públicas existentes, da rede de atenção, Inerentes a um trabalho com dimensões de elevada complexidade.

O INADEH propõe a partir da compreensão da sua realidade, estratégias e práticas para atuação positiva e construtiva com contribuições importantes na produção de conhecimentos ligados para a efetivação de um trabalho digno junto ao adolescente e jovem em cumprimento de medidas socioeducativa em meio aberto.

Crianças e Adolescentes institucionalizadas

Sua realidade e sentimentos, limites e fragilidades psiquiátricas e a premente necessidade de prepará-las para uma vida sob seus próprios cuidados.  

Qual é a melhor forma de conduzir esse momento? Quando se inicia o processo de saída do Serviço de Acolhimento Institucional para Criança e Adolescentes – S.A.I.C.A.? O que precisamos preparar na condução do processo de desacolhimento? Nos casos em que saem sem nenhuma referência familiar e estarão sob seus próprios cuidados, quais  instrumentos precisam ter para a nova etapa de vida?

O ser humano via de regra tem medo do novo, da mudança. Quais sentimentos os adolescentes que deixarão o SAICA apresentam? Como lidar com eles, e como formar uma rede para esses jovens? O que precisamos fazer?

Estas são algumas questões que atravessam o dia-a dia do profissional que atua em SAICA ou faz interface com ele.

O INADEH é um dos institutos mais conceituados e experientes a atuar neste segmento, para fomentar alternativas, alinhar concepções e redesenhar protocolos de atenção à sua realidade, que não deve ser generalizada.

Políticas Públicas da Assistência Social

Entendendo sua natureza, seus limites, os desafios contemporâneos e a interface com o 3º setor.

Para tratarmos de políticas públicas da assistência social é fundamental explicitar a concepção da qual se parte, podendo fazer uma leitura realista e objetiva dos seus elos com a política econômica.

A partir dessa compreensão é possível ao 3º Setor planejar-se para redesenhar seu papel, fomentar ideias e definir novas ações junto à sociedade.

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